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28/04/2010

As exposições intemporais

“La Sombra”, en la Fundación Caja Madrid
(há um ano atrás era assim)





















My fave? Nosferatu, claro.
MA

08/04/2010

Banana 2.0



7 Disruptive Foods Changing the Way We Eat

LO

28/01/2010

"it's a people driven economy stupid."



Dá que pensar! Todos os dias pensamos nisto, de uma ou de outra forma, para os nossos projectos. Mas... e parar o tempo, só um bocadinho, para pensar nisto a sério?
JI

17/01/2010

Inspiração do Steve

Pronto agora sou "adicionadora" de post's dos meninnos lookianos blogo-preguiçosos. ( vou começar a cobrar)
Para que todos possam aceder a esta informação, cá vai o que a MC nos enviou por email (mas não colocou no blog!!!).


JI

11/12/2009

O maior crítico de cultura em Portugal





Augusto M. Seabra. Digo-o sem dúvida e com nenhuma hesitação: trata-se do nome do maior crítico de cultura em Portugal. Ser crítico de cinema é muito difícil, ser crítico de música requer muito conhecimento, ser crítico de teatro é muito exigente. Agora imaginemos alguém que tece comentários acerca de todas estas formas de arte. Alguém que não fala por falar, não dá opiniões sem as fundamentar, não se rege pelo que é mais apelativo aos interesses dos grandes grupos económicos, alguém que é fiel ao que vê, ouve, sente.

Esse alguém é Augusto M. Seabra. Foi um dos fundadores do jornal Público, colunista no Expresso, produtor executivo na RTP. Hoje não sei onde escreve nem em que projectos está mais envolvido mas sei que tem este blogue e sei que é obrigatório segui-lo.

http://letradeforma.blogs.sapo.pt/

MA

03/12/2009

Artigo Ressabiator



"Muitas vezes associado a algo cultural, bonito ou apetecível, o design deve ser considerado como disciplina criadora de retorno, geradora ou potencializadora de melhorias na prática de valores intrínsecos, na funcionalidade ou acessibilidade de produtos e serviços.(...)
Contudo, num pais como Portugal, sem nenhuma imprensa especializada dedicada ao design gráfico e com pouquíssima presença em publicações ou eventos internacionais, o design ao serviço da cultura acaba por ser sinónimo de promoção para os designers gráficos que o fazem.(...)
Estes clientes podem inclusivamente estar interessados em reposicionar as suas marcas ou produtos em termos de experiência cultural, de acordo com as tendências actuais do branding e do marketing.(...) Ao insistir neste discurso, o design arrisca-se a tornar-se sinónimo de estupidificação e não de acessibilidade, levando muitas vezes a que os clientes prefiram um design mais genérico – o secretariado gráfico de que se falou mais atrás –, mas que interfira menos com os conteúdos. A esta concepção podemos contrapor a ideia do design como “uma forma de corporizar e salientar as complexidades e os aspectos intrincados do quotidiano”, como diz António Silveira Gomes, dos Barbara Says, ou como uma maneira de criar uma “simplicidade complexa”, como afirma Andrew Blauvelt.(...)
Talvez por esta razão, existe actualmente uma tentativa de distanciar o design do discurso da publicidade, branding e marketing, aproximando-o mais de um contexto editorial ou curatorial, onde o designer não se limita a cuidar da apresentação fina dos conteúdos, mas participa no processo de criação e articulação de conteúdos desde o começo – mais uma vez, o trabalho de Andrew Blauvelt para o Walker Art Center (na imagem), ou o trabalho de António Silveira Gomes para a Zé dos Bois são bons exemplos.(...)
Se a grande maioria dos designers formados irá trabalhar em empregos de secretariado gráfico, é bem possível que os nossos designers mais conhecidos continuem a encontrar o seu sucesso na área da cultura. Talvez valha a pena então formar designers com uma consciência cultural mais sólida – se um designer treinado para trabalhar na área da cultura consegue realizar trabalhos com sucesso para o meio empresarial, o oposto é menos provável."

Acho que vale a pena ler este blog mas especificamente refiro me ao artigo "O Melhor Cliente Possível" Março 06, 2007, do blog antigo. e já agora estar atento ao actual Blog aqui

JI

01/07/2009

Pina Bausch



Morreu ontem quase a completar 69 anos.

"Considerada uma das figuras mais marcantes da dança moderna e contemporânea, Pina Bausch rompeu com o ballet clássico e criou um estilo de teatro-dança. "Pina Bausch abriu um caminho à dança, tornando-a mais expressiva e com uma linguagem muito teatral. É um dos gigantes do século 20", diz Rui Horta, coreógrafo. Apesar da forte herança clássica, a alemã queria criar algo novo.

As suas produções eram de tal forma originais que criaram um novo paradigma e influenciaram o teatro europeu. Nunca antes alguém tinha juntado tanta excentricidade à dança: números de circo, música popular, clássica e free jazz, ginástica, cenários exuberantes e efeitos visuais nunca antes vistos. Quem pensaria encher um palco com uma montanha de seis metros de cravos? Ou dançar num palco inundado de água? O universo de Pina Bausch era isso e muito mais."
in I mais aqui

JI

21/04/2009

more new math








para alguns, tudo tem de ter significado

more new math > here

dp

30/03/2009

V.I.P. (Vagabound in power)



Nneka ao vivo extravasa em todas as direcções a versão gravada. Surpreendente, vibrante e sobretudo interventiva: como o documentário Baraka, relembra-nos o mundo em que vivemos.

LO

28/03/2009

A seguir ao Baraka e aos 3 documentários sugeridos...

E no seguimento do que vi (um bocadinho apenas pois não consegui ver mais) na rtp2 na passada quinta feira cá vai a informação sobre mais um documentário que faz pensar.
«OUR DAILY BREAD»

" O tipo de alimentos que consumimos na actualidade e a maneira como são produzidos
“Our daily bread”, o documentário do austríaco Nikolaus Geyrhralterm, reúne cenas da produção industrial de alimentos na Europa, que impressionam tanto pelo uso intensivo da tecnologia quanto pela indiferença dos trabalhadores em relação ao sofrimento dos animais.

Este documentário também nos mostra o tipo de alimentos que nós consumimos hoje em dia revelando-nos a verdade acerca de um assunto que todos conhecemos mas que na realidade queremos esquecer: o que está de facto dentro do nosso prato!"

DP concordo acho que nossa máxima muitas vezes deve ser "a ignorância é o caminho para a felicidade."

JI